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Os empregados do comércio de Campo Maior são os que mais sentem o desconforto da recessão econômica. No município, esse é o setor que tem desempregado o maior número de funcionários. A Construção Civil, por sua vez, voltou a crescer e apresenta o melhor desemprenho dentre todas as atividades econômicas.
No saldo de geração de emprego do ano passado, o comércio foi o grande vilão. Dados do Cadastro Geral de Empregado e Desempregados (CAGED) mostraram que 69 pessoas perderam seus postos de trabalho no setor. No outro lado da moeda, com 28 vagas, a indústria de transformação gerou o maior número de trabalho.
No primeiro mês de 2017 a indústria de transformação recuou e foi ultrapassada pela construção civil, que voltou a crescer e impulsionou a economia local. O comércio, porém, continuou com os piores resultados e sem perspectivas de melhoras.
O CAGED divulga agora os dados referentes ao mês de março e traça um perfil do comportamento da economia em Campo Maior no primeiro trimestre do ano. A construção civil permanece em alta com a maior quantidade de empregos gerada. O comércio continua demitindo muito.
De janeiro a março, foram 41 novos postos de trabalho abertos com carteira assinada e nove demissões. Veja: Construção civil (24); Serviços (14); Indústria de transformação (3); Agronegócio (-11); Comércio (-18).
Março
Campo Maior fechou março em saldo positivo. Foi 72 pessoas admitidas e 58 desligamentos, o que deixa um salto de 14 novos empregos. Já o Piauí perdeu 970 empregos. Em todo país, foram mais de 63 mil pessoas que perderam trabalho.
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