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A Secretaria Municipal de Saúde fará na próxima semana um mutirão em toda a cidade de Campo Maior, com profissionais da saúde, agentes de endemias e comunitários (ACS) para neste período chuvoso combater o Aedes Aegypti e evitar a microcefalia em fetos, desencadeada pela contaminação de gestantes, provocando o Zica Virus, ao ser picada pelo mosquito. O Aedes além do Zica, pode provocar a Dengue ou a febre Chikungunha.
Na sexta-feira o secretário municipal de Saúde Marcelo Miranda, a gerente de Combate as Endemias, Marinês Paz, o coordenador Raimundo Barros, a supervisora Kariza se reuniram na Associação de Moradores do Bairro São Luís com os agentes de Endemias e os ACS para elaborarem o Plano Estratégico das ações. Segundo o secretário a presidenta Dilma decretou estado de calamidade pública e exige que os municípios brasileiros tenham o plano de combate ao mosquito para a proteção às gestantes e aos bebês.
“Infelizmente com o período chuvoso o mosquito surge, a nossa presidenta Dilma decretou estado de emergência no país para evitar o Zica Vírus após ser comprovado cientificamente pela Fio Cruz que existe uma forte ligação do Zica Vírus com a Microcefalia, há um surto, uma epidemia”, comentou o secretário Marcelo ressaltando que as medidas em Campo Maior no combate ao Aedes são intensificadas desde que o prefeito Paulo Martins assumiu, em 2011, o mandato, reduzindo inclusive a contaminação pela Dengue.
“Isto com a colaboração dos profissionais e da sociedade: Agentes de Endemias e ACS”, refletiu Marcelo Miranda. Ele contou que logo que o prefeito assumiu ele levantou a bandeira contra o Aedes Aegypti. “Conseguimos reduzir de forma grande este índice de infestação. Em 2010 eram 394 casos notificados e 290 confirmados. Ouve uma redução e conseguimos manter o número de casos notificados e confirmados. Até o dia 12 de dezembro tínhamos 87 casos notificados e 22 confirmados e ficamos contentes pelo trabalho que estamos fazendo que diminuiu o índice de infestação”, explicou Miranda pedindo que todos se conscientizem que os cuidados continuam especialmente com o apoio da sociedade.
Fonte: Ascom
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