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Atualizada às 14:32
O Tribunal do Júri resolveu condenar Piranha. O juiz Múccio Meira estabeleceu a pena de 33 anos de prisão em regime fechado.
Atualizada às 13:49
O público presente foi retirado da sala de julgamento. Os seis jurados estão reunidos com o juiz Múccio Meira. Eles respondem agora ao questionário que decide se o acusado é condenado ou absolvido pelo crime.
Atualizada às 13:38
Na tréplica, a defensora Dayana Sampaio reafirma que a intenção do acusado não era de matar a vítima. Ela defende que o júri considere que ele teve apenas a intenção de estuprar a garota.
Atualizada às 13:25
Em réplica, o promotor Luciano Lopes volta a pedir aos jurados que consideram que Piranha teve a intensão de matar a garota Franciele. "Ele teve a intensão de estuprar e logo depois ele teve a intenção de matar".
Atualizada às 13:23
Depois da pausa para almoço o tribunal volta a se reunir. Agora a Defensoria Pública apresenta defesa. A defensora Dayana Sampaio pede para que o júri considere que o acusado cometeu apenas dois crimes: estupro seguido de morte. O Ministério Público requer que os jurados levem em consideração três crimes.
Atualizada às 12:33
O juiz interrompe o julgamento para almoço. No retorno, a Defensoria Pública apresentará a defesa de almoço.
Atualizada às 11:59
O Ministério Público apresenta aos jurados as provas anexadas ao inquérito que apurou o crime da garota. Laudos mostram que houve estupro anal e vaginal, que a criança sofreu pancadas na região da cabeça e da coluna e o exame que comprova que Franciele morreu vítima de afogamento.
Atualizada às 11:42
O promotor Luciano Lopes defende agora diante do júri que o acusado já apresentava comportamento pedófilo dias antes de cometer o crime. “Dava bombons para as crianças, foi pra seresta e lá tentou agarrar menores de idade e terminou por estuprar e matar a Franciele. Riranha já demostrava que era um pedófilo”.
Atualizada às 11:10
Piranha conessa agora ao juiz que estuprou e matou. “Eu não me lembro, mas como as pessoas estão dizendo que foi eu. Eu confesso que fui eu”. Em depoimentos anteriores ele já havia confessado e descrito em detalhes como teria cometido o crime. O juiz encerra agora o interrogatório.
Atualizada às 11:04
O réu é interrogado agora pelo tribunal. O juiz Múccio Miguel Meira questiona Antônio Francisco sobre o crime.O acusado diz não lembrar de nada na noite do crime. Ele alega que estava bêbado. "Eu tava muito doido. Cheguei em casa muito bêbado".
Atualizada às 10:50
Um vizinho de Piranha é ouvido agora pelo tribunal. “É um acara que trabalhou muito pra mim. Muito trabalhador. Ninguém imaginava que ele fizesse isso com alguém”. O depoimento durou menos de 2 min.
Atualizada às 10:36
O tribunal ouve agora um irmão do acusado. Ele afirma que reconheceu o rastro deixado na areia próximo a casa da vítima como sendo de Piranha. “Eu sou pai e fiz minha parte de entregar. Ele falou pra mim que tinha matado e estuprado”. "Até hoje o que não me conformo é que ele é um cara trabalhador e não tinha precisão de fazer isso”, disse o irmão.
Atualizada às 10:28
O presidente da associação de moradores do Porção depõe agora. Ele revela que na noite do crime o acusado teria tentado dançar com crianças durante uma seresta realizada na comunidade. A vítima estudava com um filho da testemunha.
Atualizada às 10:24
O depoimento da primeira testemunha da sessão de julgamento causou comoção na sala de julgamento. Uma irmã da vítima relatou o cenário que encontrou no dia do crime e omentou os sonhos da vítima. “Era uma criança linda que sonhava em ser enfermeira”. A frase arrancou lágrimas dos presentes.
A avó de Franciele afirmou aos jurados que 40 dias antes da morte da garota o acusado esteve em sua residência e comentou que a criança ‘estava crescendo e bonita´. A idosa chorou ao lamentar que nessa ocasião já deveria ter procurado a polícia.
O Tribunal do Júri da 1ª Vara da Comarca de Campo Maior está reunido nesta quarta-feira (04/10) para julgar Antônio Francisco Vieira da Silva, conhecido por Riranha. Ele é acusado de estuprar e matar uma criança de 9 anos de idade em janeiro de 2015, na comunidade Porção, em Campo Maior. A sessão de julgamento teve início às 9h30min com o juramento dos jurados.
Desde as primeiras horas do dia as ruas entorno do Fórum estão fechada para o tráfego de veículos. O cerco policial visa manter a tranquilidade do julgamento, que tem previsão de se estender pela tarde. Seis testemunhas devem ser ouvidas. O réu é julgado por estupro de vulnerável e homicídio qualificado.
Preso na Penitenciária Regional de Esperantina desde a época do crime, Piranha chegou a Campo Maior por volta das 9h desta quarta. Visivelmente abatido e com a fisionomia diferente daquela apresentada no dia da prisão, ele se encontra dentro de uma das celas do fórum. De lá ele deve ser levado para a sala de julgamento.
Manifestação
Membros do Conselho Tutelar de Campo Maior, familiares e representantes de entidades sociais usam camisas com a imagem de Franciele da Silva Santos em forma de protesto.
O juiz Múccio Miguel Meira pediu para as pessoas presentes não se manifestem dentro da sala do júri. “Vocês são muitos bem vindos a esse tribunal, mas peço que não se manifestem para que transcorra tudo dentro do que programamos”.
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