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Cada vez mais fragilizada e sem discurso a oposição em Campo Maior perde mais aliados a cada dia que passa. Nos últimos meses é grande o número de pessoas que abandonaram o grupo por não acreditar no projeto de poder apresentado pelos seus lideres.
Entre estes estão suplentes de vereador, lideres de bairro, lideres evangélicos, desportistas, ex-vereadores e outros. Nesta terça-feira (20) foi a vez do Partido Ecológico Nacional (PEN) anunciar o rompimento e lançar uma pré-candidatura própria, que será o ambientalista Marcos Damata que atualmente é o presidente da sigla no município.
Marcos foi candidato a deputado estadual em 2014 onde obteve quase 500 votos e ultimamente acompanhava a comitiva da oposição nas atividades de pré-campanha. “Eu estava estudando, mas não tenho mais nada com eles só amizade assim como tenho com o Paulo (Martins)”, explicou.
Ele disse que não quer ter nenhum inimigo na política e sim apenas trilhar seu próprio caminho sendo uma terceira via em Campo Maior. “Quero fazer a minha história. O PEN não está com a oposição e nem com a situação e sim com o povo”, disse.
Alem de Damata, outros nomes estão buscando se viabilizar para disputar a prefeitura de Campo Maior no próximo ano como o Professor Ribinha (PT) que já foi definido como o nome consenso da situação, o advogado Agenor Leite pelo PTC, o PSB com o ex-prefeito Marco Bona e a médica Liége Cavalcante e a oposição que tentou viabilizar o advogado Ribamar Coelho, mas está encontrando resistência popular e política e agora tenta trabalhar o nome do ex-prefeito João Félix e do deputado Antônio Félix como as últimas esperanças de sobrevivência do grupo.
Com a saída do PEN, restam agora apenas três partidos unidos pela oposição ao governo municipal, são eles: PSD, PPS e PDT.
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